Na noite em que os nossos lábios se tocaram, eu senti que por fim me pertencias. E nada nos poderia roubar esse momento em que por segundos sentimos que paramos o tempo.
Entre quatro paredes éramos apenas nós:
Eu
Tu
e todos aqueles sentimentos sem explicação.
Tentei procurar uma forma de justificar tal ânsia de ter-te, tal desejo de possuir-te.
Nunca acharei explicação.
Da mesma forma que nunca conseguirei explicar o que vai dentro de mim cada vez que me olhas nos olhos, cada vez que me tocas, mesmo que por meros milímetros, ou apenas de raspão.
Nunca conseguirei explicar a emoção que me move o sabor dos teus beijos, ou o aconchego caloroso do teu leito de toda a vez que os nossos corpos caem exaustos, um por cima do outro, depois de mais um momento de amor.
Nunca saberei...
Nem pretendo saber.
Basta que te amo.
Blog sobre ideias e pensamentos de um crítico compulsivo
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Sabe bem voltar atrás
Voltar atrás nem sempre significa que nos arrependemos por termos cometido um erro.
Voltar atrás significa que haviam coisas no passado que precisavam voltar até nós.
Sabe bem quando conseguimos rever coisas e pessoas do passado, voltar ao nosso antigo lar, á nossa terra e sentir que o tempo não mudou, que as pessoas continuam com um sorriso enorme e do nosso lado, sempre prontas a nos abrir as portas sempre que precisarmos. Chamo a isso família.
Chamo a isso casa.
Sabe bem sentir que em tantos anos as coisas continuam com os mesmos cheiros, nos mesmos locais.
Muita coisa muda, bem como as pessoas. No entanto há sempre aquela essência que se mantém acesa, que dá alma e luz ao nosso ser.
Há uma luz dentro de nós que nunca apaga quando reparamos que estamos junto daqueles que amamos, junto de onde sempre fizemos parte.
A nossa casa é o lugar onde sempre esteve o nosso coração.
Voltar atrás significa que haviam coisas no passado que precisavam voltar até nós.
Sabe bem quando conseguimos rever coisas e pessoas do passado, voltar ao nosso antigo lar, á nossa terra e sentir que o tempo não mudou, que as pessoas continuam com um sorriso enorme e do nosso lado, sempre prontas a nos abrir as portas sempre que precisarmos. Chamo a isso família.
Chamo a isso casa.
Sabe bem sentir que em tantos anos as coisas continuam com os mesmos cheiros, nos mesmos locais.
Muita coisa muda, bem como as pessoas. No entanto há sempre aquela essência que se mantém acesa, que dá alma e luz ao nosso ser.
Há uma luz dentro de nós que nunca apaga quando reparamos que estamos junto daqueles que amamos, junto de onde sempre fizemos parte.
A nossa casa é o lugar onde sempre esteve o nosso coração.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Insólitos
Hoje logo cedo ia eu ajudar a minha irmã a jogar fora o lixo, bem como a reciclar o papel e o plástico nos respetivos contentores, quando passa por mim uma senhora super elegante com uma mala preta.
Cheia de papéis dita senhora deixou escorregar a mala de mão que cai diretamente no chão.
Como simpático que sou, e tendo eu reparado na situação gerada pela papelada da senhora, pego na mala e vou atrás da senhora o mais depressa que pude para lhe devolver a mala.
Nisto a senhora vira-se e eis quando me deparo com uma figura masculina mais feia que um bisonte, rosto todo enrugado e escuro, coberto pelos longos cabelos pretos e um vestido preto com uns saltos.
Assustado arregalo os meus olhos numa tentativa de ser socorrido por algum santo milagroso que me fosse buscar e me levasse para um buraco onde me pudesse enfiar.
Mas como nada na minha vida fica por aqui, a "senhora"/or...diz-me assim: -Dá-me cá a mala sua bicha retardada!
E pronto, entreguei a mala ao cowboy veado sentindo-me aliviado por nunca ter verificado o seu interior e agora rindo eu da situação escrevi a situação para todos vocês se rirem comigo.
Moral da história: Nunca tentem entregar nada a alguém que tenha deixado acidentalmente um objeto cair e sem que essa pessoa não se tenha virado a tempo de lhe verem a cara.
Cheia de papéis dita senhora deixou escorregar a mala de mão que cai diretamente no chão.
Como simpático que sou, e tendo eu reparado na situação gerada pela papelada da senhora, pego na mala e vou atrás da senhora o mais depressa que pude para lhe devolver a mala.
Nisto a senhora vira-se e eis quando me deparo com uma figura masculina mais feia que um bisonte, rosto todo enrugado e escuro, coberto pelos longos cabelos pretos e um vestido preto com uns saltos.
Assustado arregalo os meus olhos numa tentativa de ser socorrido por algum santo milagroso que me fosse buscar e me levasse para um buraco onde me pudesse enfiar.
Mas como nada na minha vida fica por aqui, a "senhora"/or...diz-me assim: -Dá-me cá a mala sua bicha retardada!
E pronto, entreguei a mala ao cowboy veado sentindo-me aliviado por nunca ter verificado o seu interior e agora rindo eu da situação escrevi a situação para todos vocês se rirem comigo.
Moral da história: Nunca tentem entregar nada a alguém que tenha deixado acidentalmente um objeto cair e sem que essa pessoa não se tenha virado a tempo de lhe verem a cara.
Subscrever:
Comentários (Atom)